O Presidente da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Luiz Aubert Neto, concede entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, no programa "É Notícia", da RedeTV, no dia 12 de Março de 2012.
Fala sobre o processo de desindustrialização que o país enfrenta, e que o produto chinês é o grande vilão do setor. Explica qual o papel da ABIMAQ, a sua importância e grandeza em seu setor.
Confira a entrevista abaixo:
Luiz Albert Neto participou na semana passada, do Grito de Alerta em favor da produção e do emprego, que aconteceu na Assembleia Legislativa, em São Paulo.
No dia 10 de Maio, a manifestação ocorrerá em Brasília, pressionando o governo federal a baixar impostos e dar mais incentivos a indústria brasileira, ante a entrada de produtos importados no país.
No dia 04 de Abril, aconteceu em São Paulo, o movimento chamado “Grito de Alerta em favor da produção e do emprego”, em frente à Assembleia Legislativa.
O movimento contou com a participação da Fiesp, Ciesp, Centrais Sindicais, Força Sindical, CUT, CGT, líderes sindicais e empresariais, e teve como objetivo alertar para o processo de desindustrialização em curso no país, pois a participação da indústria de transformação do PIB caiu para 14,6% em 2011, já que em 1985 a participação era de 27,2%.
Segundo líderes do movimento, essa manifestação foi em defesa da competitividade no Brasil e serviu para sensibilizar o governo federal a baixar impostos e dar mais incentivos a indústria brasileira, ante a entrada de produtos importados no país.
Líderes sindicais e empresariais disseram que faltaram ações efetivas para o câmbio, no pacote anunciado na terça, pela presidente Dilma Rousseff.
“A falta de competitividade no país não é um problema da indústria da porta para dentro, mas estrutural. Se a indústria mais moderna do Japão, Coreia ou de qualquer outro país vier para o Brasil, ela também vai sofrer com a falta de condições para ser mais competitiva”, destacou Paulo Skaf, presidente da Fiesp/Ciesp.
O fraco desempenho da indústria brasileira e a redução de sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) motivaram a realização de atos em diversas cidades brasileiras. O primeiro manifesto ocorreu em Porto Alegre, no dia 26 de Março; o segundo em Florianópolis, no dia 28 e esta quarta (04/04) foi a vez de São Paulo. O último evento está programado para acontecer em Brasília, no dia 10 de Maio.
A concentração começou por volta de 08h30, em frente ao edifício-sede da Fiesp/Ciesp, na Avenida Paulista, onde seguiu pela Avenida Brigadeiro Luis Antônio, em direção à Assembleia Legislativa, na Avenida Pedro Álvares Cabral.
O Sindicato da Alimentação de Campinas também participou do movimento, levando 1 ônibus com 41 pessoas para São Paulo.
Maiores informações poderão ser obtidas no site do movimento.
No dia 03 de Agosto de 2011, as Centrais da Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), Nova Central e movimentos sociais, fizeram uma grande passeata em São Paulo que começou no estádio do Pacaembu e terminou em frente a Assembléia Legislativa.
A passeata contou com mais de 60 mil pessoas, e tudo ocorreu na mais perfeita ordem pois não teve nenhum incidente.
Percorrendo a Avenida Paulista os Manifestantes gritavam em coro, "40 horas já, senão o bicho vai pegar", e ao chegar na Assembléia Legislativa os Presidentes das Centrais fizeram discurso pedindo apoio aos Deputados para aprovar as 40 horas sem redução de salário, fim do fator previdenciário, regulamentar a terceirização e várias outras reivindicações que fazem parte da Pauta Trabalhista.