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20 de abril de 2012

Fernando Henrique Cardoso - FHC


Em conversas com dirigentes do PSDB, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tem feito um diagnóstico claro: se o partido não se aproximar dos movimentos sociais organizados, terá cada vez mais dificuldades para voltar à Presidência da República.
E se propôs a se empenhar pessoalmente no trabalho. Sua primeira missão será em duas semanas, quando comandará o primeiro Congresso Sindical do PSDB. O partido tem atraído dirigentes sindicais descontentes com o adesismo no movimento ao governo petista, como Antonio de Souza Ramalho e Melquíades de Araújo, ambos vice-presidentes nacionais da Força Sindical



7 de abril de 2012

Grito de Alerta em favor da produção e do emprego

No dia 04 de Abril, aconteceu em São Paulo, o movimento chamado “Grito de Alerta em favor da produção e do emprego”, em frente à Assembleia Legislativa.
O movimento contou com a participação da Fiesp, Ciesp, Centrais Sindicais, Força Sindical, CUT, CGT, líderes sindicais e empresariais, e teve como objetivo alertar para o processo de desindustrialização em curso no país, pois a participação da indústria de transformação do PIB caiu para 14,6% em 2011, já que em 1985 a participação era de 27,2%.


Segundo líderes do movimento, essa manifestação foi em defesa da competitividade no Brasil e serviu para sensibilizar o governo federal a baixar impostos e dar mais incentivos a indústria brasileira, ante a entrada de produtos importados no país.
Líderes sindicais e empresariais disseram que faltaram ações efetivas para o câmbio, no pacote anunciado na terça, pela presidente Dilma Rousseff.
“A falta de competitividade no país não é um problema da indústria da porta para dentro, mas estrutural. Se a indústria mais moderna do Japão, Coreia ou de qualquer outro país vier para o Brasil, ela também vai sofrer com a falta de condições para ser mais competitiva”, destacou Paulo Skaf, presidente da Fiesp/Ciesp.

O fraco desempenho da indústria brasileira e a redução de sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) motivaram a realização de atos em diversas cidades brasileiras. O primeiro manifesto ocorreu em Porto Alegre, no dia 26 de Março; o segundo em Florianópolis, no dia 28 e esta quarta (04/04) foi a vez de São Paulo.
O último evento está programado para acontecer em Brasília, no dia 10 de Maio.
A concentração começou por volta de 08h30, em frente ao edifício-sede da Fiesp/Ciesp, na Avenida Paulista, onde seguiu pela Avenida Brigadeiro Luis Antônio, em direção à Assembleia Legislativa, na Avenida Pedro Álvares Cabral.
O Sindicato da Alimentação de Campinas também participou do movimento, levando 1 ônibus com 41 pessoas para São Paulo.
Maiores informações poderão ser obtidas no site do movimento.

O movimento também foi destaque na mídia, confira nos sites:

O Globo, Agência Estado, Folha Online



As fotos desse movimento estão no post anterior, abaixo!



7 de março de 2012

Fotos do lançamento do Livro sobre a Força Sindical: 20 anos de luta


Evento realizado em São Paulo, 17 de Outubro de 2011.


 


 



 

 
 


 

 













Lançamento do livro sobre a Força Sindical


No dia 17 de Outubro de 2011, aconteceu em São Paulo, o lançamento do livro da história da Força Sindical: 20 anos de luta.


O sindicalismo brasileiro sofreu significativas mudanças nos últimos 20 anos. Uma das principais transformações foi o pluralismo sindical e o surgimento de novas centrais sindicais, entre elas está a Força Sindical que nasceu em 8 de março de 1991, com o propósito de criar mais liberdade e novos ideais para os trabalhadores brasileiros, além de uma visão pluripartidária, atitude inexistente na época.
Para fazer um balanço e mostrar os resultados dessas duas décadas de atuação foi produzido o livro A História da Força Sindical – 20 anos e luta (Geração Editorial, 144 páginas, R$ 29,90), com prefácios dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.
Na obra é contada em detalhes a fundação em 1991, pelo então sindicalista Luiz Antonio de Medeiros, que de início reuniu em torno de seu projeto 441 entidades, entre sindicatos e federações, que estavam insatisfeitas pelo então modelo sindical e acreditaram na ambiciosa proposta de transformar o País em uma nação moderna, capaz de competir com o mundo desenvolvido. As páginas contam com dezenas de imagens que exibem a trajetória de crescimento da Força Sindical.
Os números atuais da FS são expressivos: 2.675 entidades sindicais filiadas, representando 10 milhões de trabalhadores. As manifestações de 1º de Maio chegam a reunir aproximadamente 2 milhões de pessoas na Zona Norte da cidade de São Paulo. Se a Força cresceu, o Brasil também mudou: está perto, como previa a central, de se transformar numa potência desenvolvida, respeitada em todo o mundo.
Nas 144 páginas são lembradas histórias de lutas, conquistas e avanços na maneira de negociar os direitos de milhares de trabalhadores. Os dois últimos ex-presidentes fizeram análises do papel exercido nas últimas duas décadas pela Força Sindical - tanto FHC quanto Lula escreveram que a atuação da FS foi extremamente necessária para o desenvolvimento do país e das garantias dos trabalhadores.
Outras lideranças da sociedade e fundadores, como o atual presidente da central, o sindicalista e deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, o secretário-geral João Carlos Gonçalves, o Juruna, e o primeiro presidente da entidade, o sindicalista Luiz Antonio de Medeiros fizeram análises construtivas e relevantes sobre o novo modelo de sindicalismo criado.
“A Força Sindical deu uma contribuição fundamental na luta da sociedade pela soberania, pela democracia e pela liberdade de expressão e de imprensa” Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical.
“A Força Sindical participou com entusiasmo e criatividade, zelando pelos direitos dos assalariados e ajudando o País a inaugurar uma nova e promissora página de sua história” Luiz Inácio Lula da Silva é ex-presidente do Brasil.
“Eu estava presente no Memorial da América Latina naquele histórico 8 de março de 1991, ao lado das importantes lideranças sindicais que criaram a Força Sindical, a nova central de trabalhadores que trazia teses inovadoras para o mundo representativo do trabalho.” Fernando Henrique Cardoso é ex-presidente do Brasil.
A produção da obra de memórias foi tarefa do Centro de Cultura e Memória Sindical, presidido pelo sindicalista Milton Cavalo. Segundo ele essa foi uma forma de mostrar os resultados e ser um material histórico.
“Não pretendemos esgotar o debate acerca da história da Força Sindical. Pretendemos nos apropriar da nossa história, não deixando que ela se perca em discursos difamatórios, que apontam para visões distorcidas de alguns fatos”, conclui Cavalo.
A obra apresenta depoimentos de sindicalistas e fundadores da FS, como José Ibrahim, Melquíades Araújo, Cláudio Magrão de Camargo Crê, José Gaspar Ferraz de Campos, Nair Goulart, Miguel Torres e Luiz Carlos Motta e Nilton Souza da Silva, o Neco.


6 de março de 2012

Núcleo Sindical PSDB Mineiro

No dia 20 de Agosto de 2011, o PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) deu mais um passo importante para ter o apoio dos trabalhadores nas futuras eleições.

Com o apoio das Centrais da Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores) e Nova Central, reuniram em sua Sede na Cidade de Belo Horizonte, dezenas de Sindicalistas Mineiros de vários setores e também Sindicalistas do Estado de São Paulo.
O evento marcou a fundação do Núcleo Sindical Mineiro e contou com a presença de vários políticos Tucanos.
O Presidente do Partido, Deputado Federal Sérgio Guerra, o Senador Aécio Neves e o Governador de Minas Gerais Anastasia, mostraram um grande interesse no Núcleo Sindical e prometeram apoiar os trabalhadores nas suas bandeiras de luta e que o movimento Sindical indique futuros candidatos para as próximas eleições.
Representando os trabalhadores, Melquiades Araújo, da FETIASP e Vice-Presidente da Força Sindical, Ramalho, da Construção Civil e 2° Vice-Presidente da Força Sindical e dirigentes da Força Sindical de Minas, UGT e Nova Central, mais uma vez deixaram claro que não querem ser apenas coadjuvantes nas próximas eleições e esperam apoio do Partido para todas as bandeiras de lutas dos trabalhadores.